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Perdão: a chave para libertar





O perdão é uma linha existente entre dois extremos: a vontade de se pagar com a mesma moeda e a arte de superar-se e arrancar o mal de si. A superação torna você um vencedor na virtude. A oração do Pai-Nosso, a mais proferida, diz: “perdoai as nossas ofensas, assim como perdoamos aqueles que nos tem ofendido”. 
O perdão beneficia mais a nós mesmos do que ao outro que nos ofendeu. 
Ou seja, é um processo com resultado mais interno do que externo: é compreender que você é responsável por sua percepção e aceitação da vida. 

Você é o que alimenta dentro de si. 

Quando perdoamos, não significa que estamos esquecendo o que ocorreu, de forma alguma, e sim, que você lembrará do ocorrido sem deixar que o rancor e a amargura tome conta do seu coração.

O primeiro passo é decidir quando perdoar. Sabemos que não é uma tarefa fácil, pois significa aceitar o comportamento abusivo do outro. Mas, evite colocar-se no papel de vítima. Perdoar faz com que a vida mude para melhor; faz com que você seja liberto. Faz você “morrer” para uma determinada situação e “renascer” para outra. É retirar do dia-a-dia, da rotina o peso interior desnecessário de carregar
A raiva é o veneno e, o perdão o antídoto. 

Quem se perde na raiva, na vergonha ou na culpa, torna-se um prisioneiro sem vida.
Guardar ressentimentos significa que você é incapaz de superar o que aconteceu. Quando alguém diz: “não vou perdoar”, denota a ilusão de crer que é perfeito e poderoso, denotando a falta de solidariedade. Perdoar é aprender a amar e também aceitar os defeitos dos outros.

Jesus nos ensinou a perdoar, afinal, Ele é o próprio perdão.

Não hesite em perdoar alguém!

Ana Paula Gomes | DESKTOP GOSPEL

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