Recentes

Rede social evangélica incomoda Facebook

O Faceglória - rede social evangélica inspirada no Facebook - está incomodando a marca de Mark Zuckerberg.

A rede social, que tem mais de 1,44 bilhão de usuários, que enviam 45 bilhões de mensagens por mês e veem 4 bilhões de vídeos por dia, não está nada satisfeita com o Faceglória, que além do nome, têm outras funcionalidades que se equiparam ao Facebook.

Com 100 mil usuários, o Faceglória, que trocou o nome "curtir" por "amém", segue conquistando internautas cristãos e ainda conta com o apoio de artistas do mundo gospel, líderes de denominações evangélicas e políticos. Para o proprietário, os números de adeptos da rede social tende aumentar com facilidade, podendo chegar aos 10 milhões de usuários em breve espaço de tempo.

O Facebook, contudo, não vai "cruzar os braços" enquanto a concorrente cresce. Segundo Antonio Luiz Rocha Pirola, que é Pastor Batista e Acadêmico de Direito, o "Facebook alega que está havendo violação da propriedade intelectual, e exige que os donos do Faceglória mudem o nome e endereço da nova rede social, e pede que o Faceglória redirecione usuários para outro sítio na internet, que não se confunda com o Facebook, ou seja, não contenha os termos FACE ou BOOK, qualquer logo de propriedade do Facebook, ou utilize qualquer estilização ou aparência que possa criar risco de associação com a rede social Facebook."

O pedido da rede social norte-americana, porém, não encontra espaço na legislação brasileira: "O Faceglória tem o respaldo do INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial, que concedeu à Acir Lopes em fevereiro de 2012, o registro da marca “Faceglória”. Mas os advogados do Facebook contestam dizendo que, embora o INPI tenha adotado posição diferente, a marca infringe a Lei de Propriedade Industrial porque, além de ser uma reprodução parcial da notoriamente conhecida marca ‘Facebook’, ela protege serviços idênticos àqueles protegidos pela marca ‘Facebook’." conclui o pastor.

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.