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CGM divulga entrevista com Nani Azevedo. Confira!

Lutas, dificuldades e palavras de desânimo marcaram o início da trajetória de Nani Azevedo. Porém, a fé do adorador na promessa que ele havia recebido do Senhor foi maior, e a última palavra a respeito de seu ministério foi liberada por Deus. 

Com uma carreira sólida e um público cativo, Nani acaba de lançar seu sexto CD pela Central Gospel Music, chamado "A Última Palavra". O pré-lançamento foi realizado durante a Feira Internacional Cristã (FIC), no mês de julho, em São Paulo. 

O estilo musical de adoração, característico do cantor, foi mantido em 11 faixas do novo álbum, com destaque para uma novidade: o ritmo chorinho na última canção. A produção foi feita por Josué Lopes, que, de acordo com Nani, conseguiu reproduzir todo o sentimento e tudo o que ele imaginava para o disco. 

As músicas de trabalho são "A última palavra vem de Deus", de Alexandre Martins, que inspirou o título do CD, e a canção "Casa do Oleiro", de Delino Marçal. 

Na entrevista, a seguir, você conhecerá mais detalhes sobre o álbum "A Última Palavra" e também a história de vitória inspiradora de Nani Azevedo. 

Esse é o seu sexto trabalho. Como foi o início de sua carreira e a sua caminhada até chegar aqui? 
A maior dificuldade de quem está no ministério é vencer a si mesmo. Eu levei uns 15 anos para decidir deixar tudo e me dedicar ao ministério. Passei por dificuldades materiais, por exemplo, pois eu era um profissional na área de operações de transportes e precisei exercer as duas funções: ministerial e profissional. Desde que eu era garoto carregava a promessa de que Deus faria minhas músicas serem ouvidas pela nação inteira e também fora dela. Eu acreditava todo o santo dia nessa promessa. Tudo mudou em 2006, quando o pastor Silas Malafaia me viu cantar na minha antiga igreja, a Assembleia de Deus em Bonsucesso (RJ). Logo após a mensagem que ele pregou sobre a promessa de Deus e as circunstâncias da vida eu cantei a música Deus é fiel. Nesse momento, Deus falou ao coração do pastor. Depois, ele falou sobre ofertas, e eu cantei a música Bendito serei. Ele pegou o microfone e falou para a igreja o que Deus tinha falado a meu respeito. A partir desse dia, todas aquelas dificuldades que eu tinha foram vencidas. Deus começou a cumprir em mim a Palavra dele sobre meu ministério. 

Quanto tempo você levou até gravar o primeiro CD? 
Eu fazia trabalhos independentes, então não tinha aquele compromisso de gravar a cada ano ou dois anos. Eu gravava quando tinha recursos. Iniciei o ministério no conjunto Nova Geração, em São Paulo, em 1982, mas a carreira solo foi na década de 90. A Central Gospel Music foi a primeira gravadora, e espero que seja a única. 

O álbum A Última Palavra descreve a sua própria trajetória? 
Com certeza. Até no meio cristão nós recebemos palavras de desânimo. Durante esse tempo todo eu já ouvi muitas palavras ruins, como “para com isso, porque tem gente que canta melhor que você”. Se eu deixasse essas palavras entrarem no meu coração, não teria feito nada, nem o primeiro CD.

Qual sentimento esse novo trabalho tem te proporcionado? 
Estou muito feliz com o CD, porque eu pude abençoar dez famílias por meio dele. Eu fui tirando músicas de minha autoria para dar lugar a outros compositores. Quando eu ouvia uma música mais bonita que a minha, eu tirava a minha e colocava a daquele irmão. Escolhi músicas de algumas pessoas que ninguém ouviu falar no Brasil. 

Quem são os compositores do álbum A Última Palavra? 
Eu escolho as músicas pela essência que há em cada letra, harmonia e melodia. Eu fui a uma vigília em Goiânia (GO), e, às três da manhã, um garoto cantou uma música chamada Casa do Oleiro. O nome dele é Delino Marçal. Ninguém o conhece, mas ele é um profeta. Tem também o Tom Carff, que é um cara conhecido em São Paulo pela black music. Quando ouvi a música Toque em Cristo, comecei a chorar que nem criança dentro do carro. Coloquei nesse CD duas músicas do Marcos Asa: Somos uma grande família, que fala de comunhão e unidade, e Ajoelhados, que nos leva ao quebrantamento. Tem a canção Salmos 46, do Henrique Cesar. Eu regravei também uma música bem antiga do Claudio Claro, Voz de salvação,

Você colocou alguma composição sua? P
ara falar que não teve nenhuma, coloquei Meu Cristo vive. Deus me deu uma canção quando eu estava lendo o que Jó disse: Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. 

Por que você escolheu esse título para o álbum? 
Existe uma música no CD que é A última palavra vem de Deus, do Alexandre Martins, da Apascentar de Guarulhos (SP). Quando eu ouvi a igreja cantar essa canção, falei com o Alexandre que queria ela para mim. Ele falou que já fazia parte do repertório do novo CD da igreja, mas que se o pastor permitisse não teria problema. O pastor Silas gostou demais da música e disse que o nome do CD poderia ser somente A Última Palavra

Como foi a experiência de gravar o CD em estúdio, já que os anteriores foram em igrejas? 
Esse CD também está sendo ao vivo, só que foi gravado no Riomar Studios, que fica na Barra da Tijuca (RJ). Eu coloquei a congregação lá dentro, com mais de 60 irmãos. A experiência foi maravilhosa, e o som ficou perfeito, porque é tudo fechado. A produção e a mixagem ficaram de excelência. 

Esse CD vai trazer uma novidade. Você pode contar? Tem mesmo uma surpresa nesse CD, que é a 12ª faixa, gravada no ritmo chorinho. Ficou um chorinho completo, com flauta, violão de sete cordas, banjo, cavaco, pandeiro. É uma surpresa bem agradável e bem brasileira. 

O que você espera que a mensagem desse CD provoque nas pessoas? Que o CD traga arrependimento, que sonhos sejam ressuscitados e que a Palavra de Deus quebre cadeias e algemas. Espero que as pessoas renasçam das cinzas e se levantem através dessa palavra profética.

Fonte: Central Gospel Music | Desktop Gospel

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